Ser capitã desse mundo, poder rodar sem fronteiras, viver um ano em segundos, não achar sonhos besteira. Me encantar com um livro, que fale sobre vaidade. Quando mentir for preciso, poder falar a verdade.

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terça-feira, 22 de abril de 2008


Talvez, se vivessemos num mundo em que ninguém é amigo, ninguém confia um no outro, seria mais fácil, de lhe dar com a vida; Se passassemos por coisas, e nao precisacemos nos preocupar com o que vão falar, seria muito mais ágil. Ás vezes penso que aqui é o inferno, e pagamos por erros que cometemos séculos atrás, ou não. A voz do outro, pode ser simplesmente o fim da sua vida, então temos que cuidar, com o que falamos, ou até fazemos em vão.
Cada passo, gesto, fala, até mesmo um desvio no olhar, é marcado na sua vida, e isso pode custa muito depois.
Se sentissemos, mais o coração, e menos a cabeça, talvez tudo seria mais bonito, mais sonhador. Se nao precisacemos, nos manter presos a tais manifestos, tudo seria muito mais maravilhoso.
Se nao tivessemos que pagar pelos nossos erros, ou até mesmo, nao errar, tudo seria mais emocionante, talvez.
MESMO NO INFERNO TEM QUE SABER COM QUEM SE ANDA, SE NAO EMBAÇA, VIRA, DESANDA.

Um comentário:

Yukio disse...

Essa história de viver ao lado de misântropos não ia ser legal. Imagina se não existisse nenhum amigo?! Acho que não ia dar muito certo. A vida tem lá seus prazeres, temos que saber aproveitar. Eu até entendi a parte que tu diz em ser cautelosa, e concordo. Tire a idéia de céu e inferno, o que sobra? Somente aqui. Se estamos ou não aqui pra aprender, não sei. Mas se não existisse essa dúvida, o que seria de nós, ahaha?
Essa coisa de errar, é só tentando que a gente vê se fez certo ou não.
Dizem que quando uma pessoa erra em algumá coisa é porque ela não sabia um jeito melhor de fazer.
Chega de filosofar.

beijos!