Ser capitã desse mundo, poder rodar sem fronteiras, viver um ano em segundos, não achar sonhos besteira. Me encantar com um livro, que fale sobre vaidade. Quando mentir for preciso, poder falar a verdade.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

"Deixo tudo assim, não me acanho em ver vaidade em mim. Eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago... E se eu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado?
Ahhh, ora, se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão.
Ahhh, se o que eu sou é também o que eu escolhi ser aceito a condição. Vou levando assim. Que o acaso é amigo do meu coração, quando falo comigo, quando eu sei ouvir..."

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